Pedro Figari (Montevidéu, Uruguai, 1861 — Montevidéu, Uruguai, 1938) foi pintor, advogado, escritor e político, um dos nomes fundamentais do modernismo latino-americano. Doutorou-se em jurisprudência pela Universidad de la República em 1885 e atuou como defensor de pobres, deputado e diretor da Escola Nacional de Artes e Ofícios, tendo estudado pintura com o italiano Goffredo Sommavilla. Só se dedicou integralmente à pintura a partir de 1921, aos 60 anos, desenvolvendo uma obra que registra de memória cenas cotidianas do Rio da Prata — candombes, bailes crioulos, salões e paisagens do pampa — em pinceladas soltas de inspiração pós-impressionista. Viveu em Buenos Aires e depois em Paris (1925-1933), onde alcançou consagração internacional. Seu legado é celebrado pelo Museo Figari, em Montevidéu, e pelo Premio Figari, criado em 1995; suas obras integram acervos como o Museo Nacional de Artes Visuales (Montevidéu) e o MoMA.
No mercado de leilões de arte, uma obra de Pedro Figari já foi apresentada pela SPITI.AUCTION, na edição #8. Colecionadores interessados em comprar obras de Pedro Figari — ou em vender e consignar trabalhos do artista para avaliação — contam com a curadoria da SPITI e alcance junto a colecionadores no Brasil e no exterior.